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Estamos vendo a mesma coisa? O que Klimt e Magritte podem nos ensinar sobre percepção, conexão e diferentes formas de olhar.
Por Paula Barbieri, fundadora e curadora da Estarte Em uma experiência da Estarte, trouxemos uma pequena amostra do Estarte Repertórios e colocamos lado a lado duas obras: O Beijo, de Gustav Klimt, e Os Amantes, de René Magritte. As duas podem nos fazer pensar sobre amor, intimidade e conexão, mas fazem isso de maneiras completamente diferentes. Na obra de Klimt, vemos um casal abraçado, envolvido por formas ornamentais e tons dourados. Os corpos parecem unidos em um espaço d
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21 de set.2 min de leitura
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